Chamaram-lhe criança-prodígio, mas numa altura em que já era pai de famíla. Resolveu escrever, mas mal. Bem-dito curretor hortográfico. Tudo o que aqui se lê dá uma estúpida sensação de “déjà vu”, mas calmex que estes textos chegam a atingir um 7.8 na escala humorística do Nílton.
Sim!, o Badaró português. Mas pior.
segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Eu ainda sou do tempo...
...em que a Madeira fazia parte de Portugal.
Alberto João Jardim demite-se. O povo madeirense há de sair às ruas. Viva La Revolución. A Madeira nunca mais irá depender do "cont-nénte". E quando tiver filhos, hão de me perguntar que plutocracia é essa (vão ser muito espertos, os putos).
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